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AS FLORES
RÚCULAS
à poeta Rafaela Gomes Figueiredo
à poeta Rafaela Gomes Figueiredo
Poeta tenho
sido, assim, escrevo
conforme, um
dia, rúculas plantei
e, à moça do
meu zelo, as dediquei
— as flores
rúculas do meu enlevo.
Agora, flores
versos eu me atrevo
a no papel plantar
igual não sei
plantar os
girassóis que não plantei,
vivendo mais a
vida do que devo(?).
Efeito cuja
causa está bem nisso
de haver na
Poesia o que me atiça
o siso dos
sentidos por seu viço.
Poeta é
Rafaela, que enfeitiça
o meu olhar
atento de mestiço
com seu olhar
atento de mestiça.
Nhandeara, 22 de maio de 2014
Marcos Satoru Kawanami
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P.S.:
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P.S.:
Eu plantei as rúculas na Ilha do Governador (RJ), e as entreguei a Élida Nazaré Tavares da Silva, que estudava comigo no Colégio Cenecista Capitão Lemos Cunha C.N.E.C. - RJ em 1989, tínhamos 13 anos de idade.
A terra do quintal era de entulho, então, trouxe terra boa de outro lugar.
Plantei também rabanetes, mas nasceram enrolados uns nos outros, e morreram.
A terra do quintal era de entulho, então, trouxe terra boa de outro lugar.
Plantei também rabanetes, mas nasceram enrolados uns nos outros, e morreram.
Ela não deve ter entendido nada, mas rúcula foi o que eu soube produzir naquela época.
Passei por mentecapto.









