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ENSEJO
EDIFICANTE
O
breu, não sei por que, lá muito havia;
a
falta, o nada ser era patente
diante
da ignorância onipresente,
pois
luz sobreabundava em carestia.
Porém,
rompendo a enérgica apatia,
um
grito metralhou todo o ambiente;
o
grito era festivo e descontente,
o
grito fez valente a covardia.
E,
enquanto retumbava a euforia,
a
mui leal prudência deu o alarme,
pois
inda era só breu que persistia.
Mas
tudo então brilhou no extremo charme
da
verdade, por quem eu não perdia
o
ensejo edificante de calar-me.
Nhandeara, 3 de agosto de 2017
Nhandeara, 3 de agosto de 2017
Marcos Satoru Kawanami

4 comentários :
Muito bom. Mesmo.
BRAVO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Lindo demais,amigo poeta!
Vc é TOPPPPPP
Bjos no coração!
Belíssimas palavras.
Adorei o poema.
Abraço e ótima semana,
http://estante-porcelana.blogspot.com
Ótimo, Marcos!
Um abraço.
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