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| Qual é a da parada aí? |
RIMA OBRIGATÓRIA
Fazer o bem, fazer alguém feliz
ao ler algum poema divertido,
de minha parte, muita vez tem sido
o lema para os versos que já fiz.
Porém tal intenção se escreve a giz,
não vejo o humor pra sempre ser
retido
nas almas bem escassas que têm lido
a minha gozação, que nada diz.
Então, este soneto será triste
feito uma punhalada na rabeta,
e aqui sinto que alguém de ler
desiste...
Mas gosta de bobagem a caneta,
porquanto quer lembrar, e nisso
insiste,
que aceitará rimar só com buceta.
Marcos Satoru Kawanami

Um comentário :
viva a buceta
viva a buceta
viva a buceta
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