SONETO À MANDIOCA
Aipim ou
pão-da-terra ou macaxeira,
a casa de Mani,
raiz, mandioca,
a Manihot utilissima pipoca
em toda a ilustre
terra brasileira.
Da terra para a
feira e prateleira
da urbe:
pão-de-pobre na maloca;
com pouco sua roça
bem se toca,
e utilidade tem a
planta inteira:
A folha para sopa
foi eleita;
para ração, o caule
se habilita,
e a casca da raiz
não se rejeita.
Enfim, a polpa é
toda na marmita,
pois da mandioca
tudo se aproveita,
inclusive a metáfora
bendita.
Marcos Satoru
Kawanami

2 comentários :
Coisa boa.
Marcos, amo estar por aqui, o seu blog faz a diferença, continue :)
http://ladydiene.blogspot.com/
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