FÁBULA DA HONRA
Andando pela estrada da vida,
ia a Honra, a Ciência, e a Riqueza.
Falando com firmeza de entendida,
a Ciência disse que com certeza,
caso ela se perdesse na jornada,
na casa de um notável engenheiro,
pelas amigas seria encontrada.
A Riqueza, senhora do dinheiro,
disse: “Facilmente serei achada
no palacete de um milhonário”.
Vendo que a Honra não falava nada,
perguntaram por que o mudo fadário.
Disse, pois, a Honra: “Quem me perder,
jamais poderá tornar a me ver...”
Nhandeara, 7 de março de 2000
Marcos Satoru Kawanami
obs: ainda não conhecia a técnica do verso.
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3 comentários :
Olha a modéstia...
Já nasceu conhecendo. Adorei o poema.
Beijos.
Dos melhores!!!!!!!!!!
A honra ou se tem ou não se tem. É isso, mais um intrigante soneto. beijo.
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