POEMA QUE ERA
paraúna
graúna
juruna
suassuna
—essas eram as rimas
eu te amo
—esse era o clichê
verdes mares bravis de minha terra
—essa era a chave de ouro
Marcos Satoru Kawanami
.
- METAFÍSICA DO PEIDO
- VOLKANA
- ZEITGEIST
- FADO
- CANTEIRO DE OBRAS
- BELAS ARTES
- LOCUS AMOENUS
- POESIA SACRA
- PAULISTA
- HIBISCUS ROSA-SINENSIS
- VIOLA QUEBRADA
- UM SAMBA SOBRE O INFINITO
- LUAR DO SERTÃO
- FOTOGRAFIA PINTURA MATEMÁTICA
- POESIA
- FUNERAL DA FILOSOFIA
- NINGUÉM ESCREVE - romance
- ENREDO DO MUNDO - literatura experimental
- OS PORTUGAS - poema epicocômico
- FÍSICA
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Assinar:
Postar comentários
(
Atom
)
9 comentários :
Marcos, como andou sumido..
até senti o sangue correndo nas veias quando vi que tinha atualizado o blog!
eu te amo - era esse o clichê. sempre esse é o clichê porque ninguem inventou ainda nada que consiga subtituir o 'eu te amo'!
RAPAZ!...
Bjs!
;)
Nunca encontro uma chave dessas
Curioso.
.-.
é.. E Marcos significa Deus da Guerra. :*
Eu te amo tá ficando um clichê mesmo,melhor é:
Eu te odeio,acho.
Aê...ficou melhor :D
E ás vezes rima não é boa:
O amor é dor
hoho,muito deprimente
Acho que fica melhor assim:
"O amor é O amor
Nada mais, nada menos.
E quando você o sente...
è como se tivesse levado um tiro, e sorrido depois." (hehe, acabei de fazer)
O bom é quando você tira o poema do nada, somente com um lápis e uma folha em branco, que logo é preechida com esse lindo verso.
^_^
Inté
Paola,
muito boa a tua apreciação.
valeu!
=D
marcos
Projeto de texto: genial!
Postar um comentário