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Colhendo a “cinza das horas”
no meu claustro negro e frio,
já velho sem negro fio
sobre o crânio que demora
(contra o câncer que o devora)
a ceder sem glória e brio,
sem o porvir já tardio
do riso infantil que chora,
eu, o “cadáver adiado”
todo avesso a polidez
já não pensava, extasiado
em obscena vetustez,
quando fui repatriado:
— quem conversa em PORTUGUÊS?
Nhandeara, 17 de fevereiro de 2002
Marcos Satoru Kawanami
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segunda-feira, 25 de maio de 2009
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4 comentários :
Enfim postou novamente. Adorei o poema Marcos.
Um abração da Elo! :*****
Me lembra augusto dos anjos. Mas como ele é meu poeta preferido isso é um elogio.
gostei muito do poema.
Adorei o poema. E os outros também, seu blog é bem legal. ;)
bjaoo
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