
COMPASSO
Bate o martelo:
Bala-que-baque.
Faz um flagelo,
Sem contra-ataque.
Bate e não pára,
Hora após hora,
E assim prepara
Furor que chora!
Mas não estoura!
E se conforma.
O fim agoura...
Mas segue a norma.
Bate o martelo,
Cai o suor:
Contradizê-lo?...
Será pior.
Faz um flagelo:
Bala-que-baque.
Bate o martelo,
Sem contra-ataque.
Marcos Satoru Kawanami
.
3 comentários :
Essa pede música...
BJS!
torce o parafuso.
Que legal esse poema Marcos!
Acho que hoje irei assistir um filme do Chaplin, só não sei qual. rere :)
Abraços!
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