sábado, 18 de novembro de 2017

A FEDELHA


A FEDELHA

Fedelha afeiçoada a um bom conflito,
a filha de seu pai, que a desconhece,
inspira muita gente a fazer prece,
inspira este soneto, em que reflito.

Esmera-se em no mal fazer bonito,
quer ser o espeto em tudo que acontece,
pois ela está sozinha, e grande é a messe,
faz arte pela arte..., entanto a imito(?).

Fedelho que já fui feliz um dia,
agora só contemplo o refinado
bom gosto do mau gosto com saudade.

No tempo em que escrever eu não sabia,
melhor talvez teria sonetado,
com menos rima rica, e mais verdade.


Marcos Satoru Kawanami