quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

erendira, um filme de ruy guerra - com claudia ohana - da obra de gabriel garcía márquez: La increíble y triste historia de la Cándida Eréndira y de su abuela desalmada


ERÉNDIRA - una metáfora

Veo que hace una Eréndira su nieta
delante del balcón y del fogón
sudando el alma, el seso sin razón
de tanto que ha perdido en tal ruleta.

Eréndira pasó asaz inquieta
tenendo con dos mundos conexión
por medio de la concha y la visión,
un prisma con la luz que él desapreta.

La nieta aqui que veo es solo bruta
materia un tanto humana, pero no
humana como Eréndira no era.

Abuela desalmada que hizo puta
de Eréndira bañada en salvia erró,
mas veo que ese baño persevera.


Marcos Satoru Kawanami

6 comentários :

Ana Cecilia Romeu disse...

Em espanhol!

Muito bom, Marquitos, intenso.

Beijos!

Ana Cecilia Romeu disse...

Marquitos,
por exemplo:
nas últimas 3 linhas:

que (se) hizo puta
(no espanhol se usa o reflexivo sempre)

(en) Salvia, ao invés de "em"

baño (se) prolifera

Ana Cecilia Romeu disse...

no início:

que (se) hace una Erendíra...

Ana Cecilia Romeu disse...

Bah! Mas no geral tá muito bom, só te atenta ao reflexivo, principalmente.

Besos! :)

Marcos Satoru Kawanami disse...

Ana,

Obrigado por ter me avisado, corrigi o em.

O se hace dá problema de métrica, mas acho que é hace só, porque em seguida vem de Erendira, estou falando não da avó, mas da neta, então não é reflexivo.

O baño realmente eu tenho de corrigir, meu rolo é com a métrica que passa do decassílabo para as 11 sílabas acrescentando o se.

beijo
Marcos

manuela baptista disse...

bonito o poema, Marcos


gosto muito do castelhano falado na América do Sul, é mais doce

e

as ilustrações do meu blogue são minhas sim, quando o autor é outro, o que é raro, eu identifico

um abraço