domingo, 25 de agosto de 2013

poeta maldito

Marcos Satoru Kawanami
poeta maldito - 25 de agosto de 2013

POETA MALDITO

O velho medo do desconhecido,
às vezes, move a boca do maldar
se o olho da prudência não focar
devidamente o fato; e assim tem sido.

Por tantas vezes eu ter socorrido
os outros com vontade de ajudar
sem nunca alguma paga eu esperar,
maldito ser meu nome tenho ouvido.

Querendo conhecer-me, estou aqui:
é só chegar à porta e me chamar,
respondo tudo simples, mando entrar.

Acabe de Goiás todo o piqui;
se o que escrevo também não faz sentido,
publicarei poema traduzido.

Nhandeara, 25 de agosto de 2013
Marcos Satoru Kawanami