sábado, 2 de fevereiro de 2013

mamada - tamborim de gato



MAMADA

Então..., batuque assim: cadência tipo
o nada fez-se tudo em um segundo,
cadência que resume o caos do mundo
em mapa gatoforme ao que lhe ripo!

Um gato no telhado, e eu lhe engripo
o couro: tamborim de vagabundo;
maldade!, ô dó!, e quem diz é o Edmundo...,
rapaz, um animal!; oh, me constipo.

Porém já garanti a batucada,
e o gato, na verdade, é PVC:
Poli-Vinil-of-Cat, só fiz zoada.

Desfaço uma amizade, e não você,
piada por quem dou a rima amada,
você que lê mamada quando lê!

Marcos Satoru Kawanami

3 comentários :

Camila disse...

Ótimo poema.

Camila disse...

Oi, passando muito rápido, sem tempo, sabe como é né??
Tem postagem nova no blog.
Bjos

tonholiveira disse...



Precisa de um'amada,
quem mama na gata?
Engata no CRAVANAL!

Valeu Marcos!

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:o)