domingo, 17 de fevereiro de 2013

Andréa Manoel - Ne pleure plus! - HIBISCUS ROSA-SINENSIS


HIBISCUS ROSA-SINENSIS - to Andréa Manoel

Having walked in life through a boulevard
of dark shadows, I found a pleasant garden
where native flowers grow without a warden,
and one another are their oun reward.

People there never eat and never starve,
and yet the garden even ever broaden
cheered with fun of the loving little children
that play upside-down, run, and climb and carve!

Hibiscus is the garden one I found,
following someone’s eyes put on the horizon,
brilliant brown eyes of soul and tears on.

Andréa is the voice that since then sounds
to me, my every day so human happiness
that only as divine can be fulfilness…

Nhandeara, 17 of February of 2013
Marcos Satoru Kawanami



SONETO ACRÓSTICO A ANDRÉA MANOEL

A duras penas, quero um finalmente,
não seja a minha morte anunciada,
dedico aqui um verso à pátria amada,
retiro o mesmo verso, inconseqüente

é isso só que sou impunemente
a vida inteira de alma abraseada...
Marcos Satoru Kawanami, a cada
aurora ele tem visto inteiramente,

nem mais, nem menos, só o que é certeiro,
o verso que faltava não é verso,
e o fim não é a morte, é o primeiro

liberto senso nosso no Universo.
Eu digo neste verso derradeiro:
te dou a minha vida por inteiro...

Nhandeara, 23 de janeiro de 2013
Marcos Satoru Kawanami



DISSONÂNCIAS - a Andréa Manoel

A verdade é só uma a verdade é
só uma a verdade é só uma a ver
dá de uma só verdade é uma só
cesura censurada sem censura?

A mentira não por favor amém
tira não por favor ah mentirá
não por favor amém tira não por
favor amém amemos amaremos?

Sem grilo cri-cri à toa a morgar
dá de uma só verdade é uma só
a verdade é só uma a verdade é

não por favor amém tira não por
a mentira não por favor amém
favor cesura sem censura amemos!

Nhandeara, 4 de janeiro de 2013
Marcos Satoru Kawanami


ROSA-SINENSIS - a Andréa Manoel

Andréa, são para ti
os versos meus mais singelos,
porquanto teus olhos vi,
e tanto mais quero vê-los.

Nos teus olhos tenho tido
ofuscamento geral,
quando sou favorecido
por visita angelical.

Eu não me lembro do Céu,
porque nunca estive lá,
mas, feliz, tiro o chapéu
quando tu vens para cá!

Depois, fico matutando
se vi mesmo a tal morena...
Sonho que, de vez em quando,
ela chega é pela antena?

Se eu pudesse, te enviava,
pela antena do telhado,
carta de papel sem trava
para um estro apaixonado.

Sobriedade me faltando,
é melhor dar fim à prosa
que já vai se assemelhando
ao desabrochar da rosa...

Nhandeara, 21 de janeiro de 2013
Marcos Satoru Kawanami

4 comentários :

ARTEmio disse...

isso é que é devoção ... ah Andrea, olha pra sorte! hehehe

Sissym disse...

Marcos, belos e sensíveis versos para Andréa.

Otimos videos!

Beijos


Jacques disse...

Olá, Marcos.
Belíssimos poemas, indubitavelmente.
Creio que quando temos amigos e/ou pessoas especiais que nos inspiram, fica muito mais fácil escrever e transcrever em palavras o que a alma sente.
Abraço.

Camila disse...

Olá, boa tarde, tem um recado no blog :)

Bjinhos

http://chadecalmila.blogspot.com.br/