quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

soneto acróstico a andréa manoel



SONETO ACRÓSTICO A ANDRÉA MANOEL

A duras penas, quero um finalmente,
não seja a minha morte anunciada,
dedico aqui um verso à pátria amada,
retiro o mesmo verso, inconseqüente

é isso só que sou impunemente
a vida inteira de alma abraseada...
Marcos Satoru Kawanami, a cada
aurora ele tem visto inteiramente,

nem mais, nem menos, só o que é certeiro,
o verso que faltava não é verso,
e o fim não é a morte, é o primeiro

liberto senso nosso no Universo.
Eu digo neste verso derradeiro:
te dou a minha vida por inteiro.

Nhandeara, 23 de janeiro de 2013
Marcos Satoru Kawanami

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