quinta-feira, 10 de maio de 2012

folclore do pará - peguei um ita no norte



FOLCLORE DO PARÁ
- versos alexandrinos -

Mãe D’água de Belém, sereia paraense,
um folclore do Além perdido na floresta!
Folclore, Mário, é risonho o que te resta
depois daquele herói que até a morte vence!

Folclore, Marcos, é vento o que te pertence
sem caráter nenhum; contudo, é pedra esta
mostra de solidez, a qual cinzel reqüesta
até virar Pietà no Louvre amazonense.

Mãe D’água canta, fala à toa, engana agente
até da KGB, e vai comendo, vai,
tal indiazinha vai assim comendo a gente...

É... Disse cunhantã lesa que sabe mais
patuá que Pajé: —Fica esperto, maninho,
mulher bonita dá sorte ao azar mesquinho!

Marcos Satoru Kawanami

4 comentários :

curupira disse...

Caro Marcos, estou retribuindo a vizita, ainda não tenho net na roça, por isso não pode navegar por muito tempo por teu blog. gostaria de dizer que SONETO AO SÉCULO 21 é uma obra de arte na minha tola opnião, pretendo decorá-lo e declamá-lo qualquer dia no Psiu-Poético em Montes Claros, onde eu e minha esposa nos conhecemos. Sobre este envento, caso não conheça, não é concurso de poesia é festival, todos os poemas são espostos e poetas de todos os cantos trocam idéias por uma semana... um abraço,
Sandro (Curupira)

curupira disse...

caso seja autorizado a fazêlo

Marcos Satoru Kawanami disse...

Curupira,

Tudo o que eu faço é de domínio público, neguinho pode até limpar a bunda com poema meu.

=D
Macunaíma

Cecília Romeu disse...

Marquitos,
bem-construído seu moço!
Beijos