Ela: uma ninfa tão merecedora
de todo o mais difícil simples verso,
de todo puro amor que há no Universo,
sem saber de tal dom ser retentora...
Eu: um sátiro mau, qual sempre fora,
espreito o que há de bom, no anseio imerso
de assimilar também o bem diverso
à minha natureza repulsora!
É tarde na floresta, o bosque apaga,
e os pirilampos surgem na quebrada,
magificando a silhueta vaga...
A ninfa, pelo sátiro beijada,
percebe afago exato, e muito afaga
em prol da Eternidade eternizada!
Marcos Satoru Kawanami

3 COMENTAR:
confesso que nunca fui mto fã da poesia lá dos tempos distantes onde ainda n existia papel higiênico, mas vi uma beleza diferente no poema. curti.
Paulo, ocê num tirô o zói da pintura do ingrêis, né?
XD
Satonto
↓
Para NINFA!
Vem de RÉ,
te espero sem DÓ,
vamos FA.zer
um LÁ...ra...ri...ra...rá!?
Doce MEL, o dia!
:o)
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