terça-feira, 24 de janeiro de 2012

ninfa e sátiro


Ninfas e Sátiro (1873) - pintura de William-Adolphe Bouguereau

NINFA E SÁTIRO

Ela: uma ninfa tão merecedora
de todo o mais difícil simples verso,
de todo puro amor que há no Universo,
sem saber de tal dom ser retentora...

Eu: um sátiro mau, qual sempre fora,
espreito o que há de bom, no anseio imerso
de assimilar também o bem diverso
à minha natureza repulsora!

É tarde na floresta, o bosque apaga,
e os pirilampos surgem na quebrada,
magificando a silhueta vaga...

A ninfa, pelo sátiro beijada,
percebe afago exato, e muito afaga
em prol da Eternidade eternizada!

Marcos Satoru Kawanami

3 comentários :

Paulo Vitor Cruz disse...

confesso que nunca fui mto fã da poesia lá dos tempos distantes onde ainda n existia papel higiênico, mas vi uma beleza diferente no poema. curti.

Marcos Satoru Kawanami disse...

Paulo, ocê num tirô o zói da pintura do ingrêis, né?

XD
Satonto

byTONHO disse...



Para NINFA!

Vem de RÉ,
te espero sem DÓ,
vamos FA.zer
um LÁ...ra...ri...ra...rá!?

Doce MEL, o dia!

:o)