quinta-feira, 2 de junho de 2011

poema que era - o verso livre contemporâneo no contexto do avacalhamento da esculhambação pós-moderna do despombalismo aveadado da intelectualidade órfã da esquerda festiva por trás do arco-íris na Avenida Paulista desde a Estação Paraíso até a Consolação rumo ao Araçá em decúbito dorsal et cetera, mas com a Mulher Samambaia eu continuo até a Ucrânia.

Menino, ouve tua mãe, verdura vai te fazer bem!

POEMA QUE ERA

paraúna
graúna
juruna
suassuna
—essas eram as rimas

eu te amo
—esse era o clichê

verdes mares bravis de minha terra
—essa era a chave de ouro


Marcos Satoru Kawanami

Um comentário :

Gabriela disse...

O bom é que o clichê sempre teu seu lugar.

*espero que o sonho não tenha sido piada nem pesadelo.
Um dia eu consigo escrever meu livro!