sexta-feira, 23 de abril de 2010

A SACANAGEM DO ANO




Paródia a Mário de Andrade

Quando eu morrer,
deitem meu coração na Catedral da Sé,
minha língua e estômago no Bixiga,
minha bexiga na Estação da Luz,
minhas pernas no Pacaembu,
meus braços na Casa Verde,
meus olhos na Bela Vista;
mas, meu sexo, mandem-no lá pra Itu,
que eu quero continuar sendo humorista!


Marcos Satoru Kawanami
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