terça-feira, 27 de janeiro de 2009

FRÁGIL FORÇA DA FLOR

Quando, em campo de batalha,
no horizonte uma bandeira
é a flamejante mortalha
branca da nação inteira;

quando chega a derradeira
força da força que encalha,
e mais forte é a brincadeira,
e a farsante força falha;

só então tem-se a vitória
sobre toda servidão,
sobre uma tal força inglória

que uso mau faz da razão;
quando o beijo finda a história,
quando a flor vence o canhão.


Marcos Satoru Kawanami
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